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A Vida Me Chamou Pra Morrer // Processo.02

  • Foto do escritor: Desva
    Desva
  • 23 de fev.
  • 1 min de leitura

Se vestir de morte para despí-la. Viver a desordem e ter como certeza o desconhecido de nós e das relações que construímos até o momento do desprendimento. Morrer e reimaginar modos de estar, existir e movimentar-se.







Os mortos falam por suas metáforas e por suas metonímias.

José C. Rodrigues em Tabu da Morte







Em todas as culturas os indivíduos, para conseguirem construir intelectual e afetivamente suas (auto-) identidades, têm necessidade de um mito do fim, como de um mito da origem.

José C. Rodrigues em Tabu da Morte









Por isso, o morto não cessa de existir, ele apenas se libera do aspecto terrestre de sua existência para continuá-la em outro lugar. Os vivos poderão ser representados como já estando mortos e os mortos como retransformados em vivos.

José C. Rodrigues em Tabu da Morte








A grande tarefa é morrer.

Adélia Prado em O Coração Disparado


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